
Nesta segunda-feira, (7), às 23h, o programa Repórter Record revela a jornada de fé e dedicação de mães tomadas pela certeza de que vão voltar a ver os filhos a qualquer momento.
A equipe de reportagem da emissora mostra o drama de uma mãe que há dois anos, quando voltava para casa do trabalho, soube do sumiço do filho. Desde então, ela largou o emprego e passou a se dedicar só à busca dele. Nesta rotina de procura, um gesto simboliza o tamanho da esperança de uma mãe: o quarto da criança permanece arrumado exatamente do jeito que estava no dia em que ele desapareceu.
O programa exibe ainda a angústia de uma mãe que espera pelo retorno do filho há 13 anos. O garoto foi levado por assaltantes, que fizeram o avô dele refém. Os telespectadores vão se emocionar ao assistir a um vídeo de arquivo, guardado como relíquia pela família.
Estima-se que o número de crianças desaparecidas no Brasil chegue a 50 mil por ano. Ativistas como Ivanize e Arlete Caramês, fundadora da Credispar (Movimento Nacional em Defesa das Crianças Desaparecidas do Paraná), trazem a público uma pergunta até hoje sem resposta: se existe um cadastro nacional para veículos roubados, por que não há algo semelhante para crianças desaparecidas?
Só dois estados possuem delegacias especializadas: Minas Gerais e Paraná. Os repórteres da Record foram conhecer como funciona o distrito de Curitiba.
Em São Paulo, descaso e insensibilidade. O Repórter Record flagrou o desconhecimento de escrivães e delegados sobre a lei que obriga a polícia a registrar o desaparecimento de menores de idade na hora da queixa da família. No caso de adultos, este prazo pode chegar a 24 horas.
A equipe de reportagem da Record embarca para a Itália junto com uma mãe que não vê a filha há 22 anos. As pistas indicam que ela mora perto de Milão. Será que as duas conseguirão se encontrar?
Fonte: Rede Record
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